Eu estou. Eu sou assim assado... enminmesmado...
Um muito por acaso
uma fratura na serena caminhada do tempo,
coadjuvante. Imprescindível elemento,
desde o cais ao caos que é a natureza da vida.
Daí o amor, a dor, os sorrisos
e algumas outras coisinhas
guardadas em caixas de sapato adormecidas,
contêineres por sobre o armário.
Nós estamos. Nós somos assim assado... ennosmesmados...
Uns, muito por acaso!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Aos elefantes rosas
Quase não passa, e se passa, fica. Fixa-se
nos galpões escancarados da mente
Como elefantes rosas atravessando o sinal,
às costas dos malabaristas da esquina.
Aniquila o ar. Deixa alheios olhos boquiabertos.
E pousa entranhando-se num desejo de rever.
E daí é, em diante,
Aromas de flores não vistas, flores de amisterdam,
Corais de um arquipélago enfeitado de azuis e verdes do Egeu.
Algo que ainda é só oriente.
Presságio.
Átomo de luz de arco-íris, ponto luminoso de sonho de sonhador
Fugaz, desalicerce, descaminho, descerteza,
De Cervantes o vento dos moinhos, que logram e dão sentido ao Quixote de havaianas.
Certeza de vontade, de afãs quando passa.
Quando passa, passa como água de rio
além de caudalosa, além de calmamente.
Quando passa, há uma tempestade envolvida no processo
Fica incontível meu fluxo de pensamento, no processo dali da consciência
São tigres, leopardos e coiotes brincando com crianças gordinhas
lobos aninhando cordeirinhos
Rinocerontes brancos flutuando como cinzas suspensas.
De onde chega tudo isso? Quem haveria de saber.
É incerto dizer que já houve num tempo de data, hora e local,
Já que não é questão de tempo e nem de espacialidade
É coisa de sentimento de gerar sentimento que acredita em sentimento.
Por que é tão demorado para se ver, fora dos sonhos, os elefantes rosas?
Afinal, deles, toda professorinha sábia sabe e conta a história,
que logo é recontada pelos meninos e meninas.
De qualquer modo, se agora eles chegaram, esses doces implacáveis gadgets de carne e osso,
que passem, mas que não deixem de gravar sua marca mais especial.
nos galpões escancarados da mente
Como elefantes rosas atravessando o sinal,
às costas dos malabaristas da esquina.
Aniquila o ar. Deixa alheios olhos boquiabertos.
E pousa entranhando-se num desejo de rever.
E daí é, em diante,
Aromas de flores não vistas, flores de amisterdam,
Corais de um arquipélago enfeitado de azuis e verdes do Egeu.
Algo que ainda é só oriente.
Presságio.
Átomo de luz de arco-íris, ponto luminoso de sonho de sonhador
Fugaz, desalicerce, descaminho, descerteza,
De Cervantes o vento dos moinhos, que logram e dão sentido ao Quixote de havaianas.
Certeza de vontade, de afãs quando passa.
Quando passa, passa como água de rio
além de caudalosa, além de calmamente.
Quando passa, há uma tempestade envolvida no processo
Fica incontível meu fluxo de pensamento, no processo dali da consciência
São tigres, leopardos e coiotes brincando com crianças gordinhas
lobos aninhando cordeirinhos
Rinocerontes brancos flutuando como cinzas suspensas.
De onde chega tudo isso? Quem haveria de saber.
É incerto dizer que já houve num tempo de data, hora e local,
Já que não é questão de tempo e nem de espacialidade
É coisa de sentimento de gerar sentimento que acredita em sentimento.
Por que é tão demorado para se ver, fora dos sonhos, os elefantes rosas?
Afinal, deles, toda professorinha sábia sabe e conta a história,
que logo é recontada pelos meninos e meninas.
De qualquer modo, se agora eles chegaram, esses doces implacáveis gadgets de carne e osso,
que passem, mas que não deixem de gravar sua marca mais especial.
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